Gay Talese, o MITO, autografando minha UNIVERSIDADE
Aqui, a chancela do monstro
Como se Hemingway assinasse, para você, "O Velho e o Mar". Alcançou, fera?
7.7.09
MICHAEL JACKSON: REI
Michael Jackson ao lado do sobrinho Tito Joe em foto promocional do single "Why", do grupo 3T, formado por Tito Joe, Tariano Adaryll (Taj) e Taryll Adren. Todos filhos de Tito Jackson, irmão mais velho do rei do pop e antigo parceiro nos Jackson's Five, onde tocava guitarra enquanto Michael brilhava à frente dos irmãos.
Criado em 1992, o 3T não durou muito. Seu maior sucesso é a canção "Why", que conta com participação do tio Michael. A música chegou a ficar em segundo lugar na Inglaterra, deixando o grupo atrás apenas das Spice Girls.
Generoso, o tio incentivou e produziu os sobrinhos. No auge, o 3T vendeu 3 milhões de cópias e emplacou canções na trilha de Free Willy e Men in Black. Um número irrisório se comparado com as mais de 750 milhões de cópias de discos vendidas por Michael Jackson.
MJ era mesmo um rapaz fantástico.
Foi-se.
Descanse em paz, Rei. * * * * *
Veja aqui o clipe de "Why", com participação especial de Michael Jackson.
"Antes a profissão era associada à credibilidade, as pessoas estudavam para praticá-la. Há 25 anos, o jornalismo passou a ficar competitivo da forma errada. Virou uma compeição por furos. Esse foi o primeiro erro."
Quem diz é Gay Talese, veterano do New York Times, Esquire e tantas outras publicações seminais do bom jornalismo americano. Fera da observação minuciosa, da caneta elegante e da extraordinária reportagem. Criador do "new journalism" nos anos 1960 (gênero que aproxima o jornalismo da literatura), junto com Tom Wolfe e Truman Capote.
Talese estará na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) neste sábado. Falará sobre jornalismo, literatura e o que mais lhe der na telha. É um ótimo contador de histórias.
A propósito, quero parabenizar a minha sobrinha, a mais nova jornalista do pedaço. Nova mermo. Tem oito anos de idade, ainda cursando o primário. Chama a professora de "tia" e gosta de jujuba. E McLanche Feliz.
Mas, desde a canetada do STF no dia 17 de junho, já é jornalista de mão cheia. Tira onda.