“Pode deixar a porta aberta, aqui todo mundo me respeita”. A voz veio lá de dentro, enquanto o bamba deitava os jornais do dia na grande mesa de madeira coberta de tecidos finos. O relógio marcava 10h30 da manhã quando entramos no atelier de Walter Alfaiate, no oitavo andar de um prédio em Copacabana, sobre um centro comercial popular. “Isso é um verdadeiro zoológico, vocês precisam ver as figuras que moram aqui”, diria o compositor em seguida, referindo-se à “fauna” de tipos cariocas que circula diariamente pelo edifício.
Para continuar lendo a matéria com o Walter Alfaiate, que fiz para o site O Samba, clique aqui.
Um comentário:
então, meti um blog, e agora?
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